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Emmanuel Macron. Terrorismo Islâmico En Marche!

Macron faz pouco caso das vítimas do terrorismo islâmico ao elogiar o influxo de imigrantes, refugiados e terroristas na Europa 

Emmanuel Macron, é candidato pelo recém formado partido En Marche, que nada mais é do que um bote salva-vidas para os que pularam fora do naufrágio do partido socialista. Além de ter declarado ser socialista e apologista da União Européia, o candidato de 39 anos tem levantado suspeitas de estar também comprometido com o lobby islâmico ao tecer elogios hiperbólicos à política de portas abertas aos imigrantes de Angela Merkel (lembrando que menos de 10% são refugiados de zonas de guerra de fato) e ter demonstrado pouco se importar com os mais de 240 franceses mortos nos últimos 2 anos em atentados de terroristas islâmicos na França, ou mesmo com a segurança dos franceses e eventuais futuras vítimas. 

Macron declarou que a política de portas abertas a imigrantes encabeçada por Angela Markel “salvou nossa dignidade coletiva” e que críticas à Merkel seriam “uma simplificação nojenta”.

A afirmação do candidato nos deixa ainda mais perplexos quando é sabido que muitos desses terroristas entraram na França exatamente por causa da política de portas abertas de Merkel. Detalhe, Macron demonstra ser mais entusiasta desse erro histórico do que a própria mãe da criança, já que a chanceler Alemã já reconheceu que tal política foi responsável pela entrada de muitos terroristas na Europa.

Sem contar que a França acumula um número de vítimas do terrorismo 10 vezes maior do que o da Alemanha nos últimos 2 anos.

Desde 2015 

Alemanha: 7 atentados, 22 mortos

França: 21 atentados, 241 mortos 

Depois do mais recente atentado, quando Islamistas armados com AK-47 atacaram e mataram um policial em plena Champs Elysees,  Macron teve a exatamente a mesma reação blasé que o prefeito muçulmano de Londres, Sadiq Khan (cujas conexões com radicais islamistas eu já expus em artigo) demonstrou no último atentado em frente ao parlamento britânico:

Atentados terroristas fazem parte da vida cotidiana nas grandes cidades.

Ou seja, devemos nos calar e conviver com isso.

Vamos recapitular alguns dos atentados recentes e vê-los sob a óptica de Macron:

Um padre é decapitado enquanto rezava uma missa na Normandia? A vida segue segundo o candidato do “En Marche”

Terroristas executam os jornalistas do Charlie Hebdo? Tudo em casa para Macron.

E a chacina do Bataclan, onde uma centena morre metralhada por islamistas durante um show de rock? Não é motivo para repensarmos nossas políticas de fronteira, segundo Macron.

Islamistas tentam explodir uma bomba dentro do Estade de France, onde o presidente da França se encontrava? Mantenham as portas abertas para imigrantes e terroristas, afirma Macron.

Um terrorista usa um caminhão para atropelar e matar 86 pessoas em Nice? Nenhum motivo para alarde, segundo Macron.

Para piorar as suspeitas de sua ligação com o lobby islâmico, Macron ainda disse em Outubro, quando os ataques de Nice e Paris já haviam ocorrido, que “hoje, nenhuma religião é um problema na frança.” e que o estado deve ser mais “neutro” em seu secularismo e até aplicá-lo com menos vigor.

Macron: “Hoje, nenhuma religião é um problema na França.”

As suspeitas sobre Macron, aumentaram ainda mais depois que veio à tona que um de seus principais assessores de campanha e cabo eleitoral nos subúrbios de Paris Mohamed Saou, havia postado mensagens de cunho islamista contra o Jornal Charlie Hebdo, logo após editores, jornalistas e cartunistas do periódico terem sido mortos em atentados islamistas por ofenderem o profeta Maomé.

Eu nunca fui Charlie e nunca serei Charlie

Disse Mohamed Saou, em referencia a mensagem de solidariedade Je Suis Charlie (Eu sou Charlie) que varreu a França após os atentados que deixaram 17 mortos.

 

A resposta de Macron foi, quando questionado sobre Saou, foi:  “Ele fez uma ou duas coisas radicais, mas de modo geral é uma boa pessoa.”

Também é preocupante o fato de Macron estar usando o terrorismo islâmico para promover uma agenda de aumento do poder militar e de espionagem da União Européia perante as soberanias nacionais. Num dualismo do deixe-os entrar, o caos reinar e depois criaremos os orgãos de inteligência e repressão necessários para lidar com o problema. Ao jogar o problema para a esfera da União Europeia, Macron faz um serviço de camarada para o fortalecimento, inchaço e centralização do poder nas mãos dos burocratas de Buixelas.

Macron é um notório entusiasta dos dois projetos mais nefastos que os eurófilos de Bruxelas tem defendido. Inclusive, o candidato do En Marche lista-os como medidas para remediar o problema das fronteiras porosas e do terrorismo islâmico:

  1. A criação de um exército transnacional europeu
  2. A criação de um serviço secreto transnacional europeu.

Isto seria o aperto final do torniquete nas gargantas das nações europeias, pois daria aos burocratas de Bruxelas, o tão sonhado poder de exercer a sua agenda através da força e intimidação através do continente. E sem fronteiras, todos dependeriam de um exército e policias européias para controlar as suas.

Marine Le Pen, candidata do Front Nacional, vem batendo muito forte na complacência de Macron ante a ameaça dos islamistas, segundo ela:

Com Macron, teremos o avanço do islamismo…Parece que ele está escrevendo um novo capítulo de Submissão de Houllebecq

Fazendo referencia ao livro de ficção (leitura fundamental para todos que se interessam pelo tema) que demonstra como o islã, passo a passo, e principalmente através de lobby e petrodólares, domina uma França que abandonou os seus próprios valores  a partir da eleição de seu primeiro presidente muçulmano em 2022 (o próximo pleito eleitoral francês).

É este candidato que o pessoal que discorda das políticas econômicas de Le Pen diz apoiar? Um candidato que entre globalistas e islamistas, agrada aos dois e lambe as duas botas. 

Como disse Alexandre Borges, o melhor para a França é que ela continue existindo. No entanto, Macron não parece se importar muito com isso e prefere ver sua pátria prostrando-se em direção à Meca ou como uma província castrada, sob o coturno de Bruxelas.

 

 

 

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