Sign up with your email address to be the first to know about new products, VIP offers, blog features & more.

Segundo Sadiq Khan, prefeito muçulmano de Londres, atentados terroristas fazem parte da vida na cidade grande.

Assim como o trânsito, as hordas de turistas, o metrô lotado na hora do rush, agora os moradores de Londres devem se adaptar à idéia de que podem ser mortos em um atendado quando levam seus filhos ao parque ou durante o intervalo de almoço no trabalho. Isto é, segundo o que disse o seu prefeito.

A declaração abjeta de Sadiq Khan, prefeito muçulmano de Londres que tem ligações suspeitíssimas com grupos radiacais islâmicos, representa a normalização da barárie. Não Mr. Khan, ser atropelado por um carro dirigido por um terrorista islamista radical não faz parte e nunca deverá ser aceito como algo normal na vida de um cidadão de uma cidade grande européia.

Esse discurso de aceitação da nossa situação de vítimas impotentes dos terroristas, aliado a pretensas medidas que são, nas palavras do sábio Thomas Sowell, “maneiras elaboradas de não fazer nada”, lembram muito o discurso do ex-presidente Obama, que também tinha sua parcela excusa de ligações com o lobby islamista.

Vale lembrar, que nem todo islamista é terrorista, mas o islamista por definição trabalha em prol da submissão da sociedade ocidental e do mundo todo ao Islã. O islamista pode apoiar o terrorismo porque visa o mesmo fim que ele ou desaprová-lo, por acreditar não ser a melhor estratégia para atingir o fim que ambos ambicionam. Ou seja, os terroristas islamistas não são a real ameaça para o ocidente. A ameaça são os islamistas infiltrados de terno e gravata, geralmende festejados pela esquerda como supostos moderados, mas cuja fidelidade ideológica aponta magneticamente para Mecca.

Podemos traçar um paralelo com o que vivemos nas décadas de 60 e 70 no Brasil, onde tinhamos a ala da esquerda que lutava pela revolução armada enquanto outra ala implementava a revolução gramsciana cultural. Poderiam divergir no método, mas ambas tinham como objetivo a tomada do poder a fim de implementar uma ditadura comunista no Brasil.

Ao leitor interessado no assunto sugiro o romance Submissão de Michel Houllebecq, onde o cenário de como a submissão ao Islã na França seria passiva e gradual. Outro livro indispensável é Unholy Alliance: Radical Islam and the American Left de David Horowitz, onde o ex-militante esquerdista e hoje conservador mostra os laços espúrios entre a esquerda americana e o islamismo.

 

 

No Comments Yet.

What do you think?

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *