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Educação Redentora

Incrustado em nosso âmago, existe um otário!

Nosso otário não trabalha, odeia produzir e colaborar, parasita sociedade, busca, por todos os meios possíveis (e, geralmente, inconfessáveis), bolsas e outros benefícios sociais.

Luta por miragens vantajosas em tudo, burla a lei, procura, com maior ou menor grau de sucesso, as justificativas canhestras para sua ignomínia.

Ele, aliás, nunca gostou de estudar, de ler, ou de qualquer esforço: propaga, mediante exemplos viciosos, a falta de participação na política, para esconder a realidade da sua completa ignorância no assunto!

Nosso otário é inimigo da verdade e do Bom-Senso!

Por outro lado, felicitemo-nos! Dentro de cada um de nós há, também, um Trabalhador!

Trabalhador que luta para despertar cotidianamente: trabalha, produz, estuda, lê, gosta de ser informado, é o portador das rédeas do próprio destino! Sabe que os governos dependem dele, e não o contrário: é assim que participa ativamente de todo debate político, defende seus ideais, e sabe que estafetas da estirpe dos renans continuam sendo eleitos pelos otários.

Como atributos de nosso ser, a resposta imediata parece ser a procura da destruição do otário, como solução para esse problema. Doce ilusão! Indestrutível, exatamente por ser uma das pedras angulares de nossa personalidade, o otário, assim como o Trabalhador, deve ser alimentado, para se fortalecer.

A missão de cada um de nós é, portanto, reduzir o otário à inércia inanitiva, pois chegará um dia em que nós, os trabalhadores dominantes não suportaremos mais o arrastamento da Injustiça e da Iniqüidade da situação e, famintos, devoraremos todos os otários.

Acabou, há muito, se é que já existiu, o tempo da festa. A vida próspera demanda trabalho e esforço! E, nesta toada, a melhor estratégia para o crescimento do Trabalhador é pela educação! Não essa, hermética e estatal, em que todos ficam deitados, numa eterna espera. É da família, e da comunidade, que deve emanar o estímulo, como obrigação fundamental, desde a mais tenra infância, à leitura, à pesquisa, à informação, ao estudo.

É dever básico de convivência social, a obrigação individualíssima da disseminação e fortalecimento dos Trabalhadores existentes dentro de cada um de nós. A Educação, é sabido notoriamente, é a ferramenta necessária à maiores índices de produtividade, de inovação, de pesquisa, de tecnologia e de cidadania.

É urgente que cessemos de continuar marcando passo, à espera de uma solução mágica de Brasília!

A solução está dentro de cada um de nós!