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5 razões para NÃO VOTAR em Eduardo Suplicy para vereador

por Aristides Gouvea

Há uma aura de honestidade, bom-mocismo, inteligência e progressismo em torno de Eduardo Suplicy, em muito alimentada por seus seguidores. Agora em campanha, Suplicy tem forçado ainda mais a barra com aparições na mídia, sempre com atos supostamente tresloucados e pretensamente simbólicos. Pinta de bom velhinho, bonzinho, sempre em defesa dos “oprimidos”, Suplicy tem levado adiante sua receita para angariar votos de universitários mimados, playboys de ciclovia, hipsters de butique e outros tipos de invertebrados rastejantes.

Mas ações como essas podem levar a erro gente bem intencionada e verdadeiramente honesta. Por isso, o BomSenso.org preparou o seguinte guia resumido de razões para não votar no Suplicy para vereador. Não se engane! Eduardo Suplicy é só mais um subproduto do politicamente correto esquerdista.

1. Suplicy vem transformando sua campanha num patético teatro prontinho para fisgar a mídia esquerdista, pintando-se como um político independente, que atua ao lado dos movimentos sociais [pausa para os RISOS]. Mas não se esqueça que Suplicy É DO PT! Sim, do PT de Lula, Dilma, Zé Dirceu, Genoíno, Haddad, do Mensalão, do Petrolão. Precisa dizer mais alguma coisa?

2. Esse falso herói teve mandatos como deputado estadual, deputado federal e vereador nos anos 1980. Só no Senado Suplicy ficou de 1991 a 2015, quando foi expulso a pontapés de Brasília pelas urnas. Agora me diga, você já ouviu falar de algum projeto, obra, política pública ou investimento trazido para São Paulo por ele? Serve até nome de rodovia e passarela, homenagem, criação de algum feriado do tipo “dia do [insira aqui a profissão do seu gosto]”. Pois é, não tem nada. Suplicy é um político lento, moroso e inerte, que gosta bastante da mídia. Certamente você se lembra dele por episódios como cantorias constrangedoras nos microfones do Senado e outros factoides inúteis bancados com dinheiro público, o meu, o seu, o nosso dinheiro. Ah sim, tem o tal Renda Mínima, praticamente seu único assunto em qualquer fala, que, sentimos informar, nunca foi implementado, por total falta de regulamentação e por não ter pé nem cabeça.

3. Se ele não é levado a sério nem por seus colegas de partido, imagine pelos políticos dos demais partidos. Nem a finada Dilma topou recebe-lo para um café nos seus quase 6 anos na presidência. Monotemático, enfadonho, lento, confuso, prolixo, lunático, alvo de chacotas. E pior: Suplicy e seus seguidores vivem se apoiando nesse jeitão abobado-fofo-inimputável para vende-lo no mercado eleitoral, algo como um “não rouba, mas não faz”. Coisa de petista, vai entender… Quem quer dialogar com alguém assim? E você, quer ver os interesses da cidade representados por um tipo desses?

4. Depois da lavada que tomou nas urnas no ano passado, Suplicy foi carinhosamente acolhido por Haddad, que o presenteou com uma Secretaria em seu governo, da qual se licenciou para se candidatar a vereador. Suplicy tem o DNA do PT e só quer se manter no poder.

5. Ele está querendo mais e mais mídia só para conseguir votos dos esquerdistas de sempre e de muitos desavisados, pois os votos que excederem o número suficiente para elegê-lo são computados para outros candidatos a vereador do PT. Assim, na prática, Suplicy “puxa” consigo mais 3 ou 4 petistas que não se elegeriam nem para síndicos de seus prédios. Acredito que esta seja a principal razão para ignorar Suplicy nestas eleições. Mas isso ninguém te conta. Não vamos deixar isso acontecer, né!