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O Exterminador do Futuro

Por Leôncio Custódio

Em uma primeira passada de olhos pode parecer que esta pequena análise centrar-se-á numa famosa sequência de filmes que tiveram grande sucesso de bilheteria.

Mas apenas aproveitei o título do filme para, trazendo o texto para nossa atual realidade, mencionar uma infeliz coincidência. O Brasil também tem seu Exterminador do Futuro, e que causa muito mais danos: Lula.

Ao contrario do personagem vivido por Arnold Schwarzenegger que retornou de um futuro sombrio para mudar eventos passados e recolocar a civilização nos eixos e longe das guerras e de seu fim, o nosso exterminador vem se esforçando desde o passado para arruinar o país.

Surfando num somatório positivo de conjunturas, como valorização das commodities estimuladas pelo crescimento chinês que demandava muita matéria prima, crise financeira internacional que encontrou no Brasil um bom lugar para capital especulativo em razão dos altos juros e inundou o país com dólares, descoberta do pré sal e cenário interno de controle de inflação, Lula e a companheirada petista jogaram fora esta janela de oportunidades.

Em vez do país aproveitar os ventos favoráveis para investir seriamente em educação de base, infraestrutura e redução do estado na vida do cidadão, fez-se o inverso.

Investiu-se muito em politicas demagógicas e populistas de curto prazo, como incentivo ao endividamento para compra de supérfluos, dentre outras.

A maioria da população, infelizmente, com sua miopia republicana ficou feliz e deu quatro mandatos seguidos ao PT. Claro, sem esforço, sem estudar e sem aumentar eficiência e produtividade as coisas começaram a vir. O milagre aconteceu. De repente podia-se endividar e sair adquirindo bens desenfreadamente.

Quando, finalmente, a conta chegou, muita gente não entendeu o porquê perdera o emprego e fora alçada ao cadastro dos devedores. Viu, ainda, que os bens adquiridos, hoje já usados e chegando ao fim de sua vida útil, são parte de um passado efêmero. A realidade permanece: falta de educação, infraestrutura e civilidade, tudo capitaneado por políticos despidos de moralidade e espírito público.

Lula se encaixa perfeitamente nisso. Lançou Dilma Rousseff no auge de sua popularidade apenas para que o partido pudesse permanecer aparelhando todos os setores da vida pública, minando a ética e os valores da cidadania. Agora que chegou a crise , e esta nada mais é do que o efeito das irresponsabilidades cometidas na última década por políticos demagogos e população  permissiva e acomodada, Lula tenta se descolar da imagem da sua sucessora.

Incrivelmente quer também voltar ao cargo máximo, como se não fizesse parte de toda lassidão e podridão que tomaram conta do país.

Cabe à população, democraticamente pelo voto, extirpar esse sonho megalomaníaco de um dos principais culpados pela desagregação da República, porque, caso contrário, não será apenas lembrado pelo que já de mal fez, mas será o Exterminador do Futuro das próximas gerações.