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Legado Olímpico?

Corria animado o ano de 2009: medidas populistas e promíscuas facilitavam o crédito e o superendividamento de uma população, que catártica pelo canto da sereia de seu líder mais canalha, aclamava a “entrada triunfante” do Brasil no rol das potências mundiais.

A mídia (que ninguém esganiçava ser golpista) prestava enormes honras ao líder maior desta terra, que prometia, num altar-mor incensado pelo holocausto dos verdadeiros trabalhadores, o Paraíso nunca dantes vislumbrado na “História deste País”.

E o chicote populista ardia no lombo da população anestesiada por maior dose de discursos míopes e cosméticos. O Brasil, tal qual avestruz, preferiu enterrar a cara num buraco de alienação, a enfrentar a dura realidade atávica.

E os anos se arrastavam, tal qual quelônio… As torpezas do otimismo infundado permaneciam entre nós! Obras faraônicas, subsídios ineficientes, ação entre amigos, corrupção!

Passando por 2014, com uma população que já começava a acordar: o legado foi adiado para as calendas gregas. Mas num baile da ilha Fiscal, os abutres estatistas jorraram seu fel azedo e ilusório sobre a população, que mais uma vez caiu inerte.

Os deuses do Olimpo, então, resolveram ajudar. Um 7X1 bastou para que a população, dantes insossa, adquirisse o sal da vida. E um após outro, os indivíduos foram despertando, abrindo os olhos às Luzes da Liberdade, fugindo das trevas estatistas.

Chegou 2016, e com ele, o Olimpo fez entre nós morada. A entrada triunfante? Nunca aconteceu. Atrasos homéricos e problemas hercúleos denotaram a nudez do Brasil, e, com ela, veio a vergonha.

Vergonha e espanto ao perceber que o Estado é o artífice maior de ineficiência, num palco de uma tragédia, em que, como Titã, ele devora os Indivíduos. Mas estes mesmos, agora, despertando pelo sinal do Legado Olímpico, serão os heróis do futuro, ao se libertarem das garras desse Moloch gosmento.

O Legado Olímpico chegou: politização, trabalho e autonomia. Quiçá, antes mesmo de estrear por essas bandas, o Brasil pare de jogar PokémonGO.