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Bom Senso é cultura

Por Niquilauda Regazzoni.

 

Quando eu estava na sexta série do ensino fundamental, minha professora de história, notória esquerdista, condenou a mecanização do campo e da indústria e bradou que o desemprego era gerado pela adoção de máquinas que substituíam o trabalhador. Dizia que, se as máquinas não fizessem a maior parte do trabalho, muitos empregos deixariam de ser extintos.

Noutra ocasião, essa mesma (des)educadora disse que a redução da jornada de trabalho, com a manutenção dos salários, teria como resultado a criação de mais empregos.

Um conhecido meu, petista doente, bradou, certa vez, que as obras públicas eram a melhor forma de criar empregos e renda ao trabalhador. Segundo ele, o estado deveria usar o dinheiro dos impostos para financiar toda sorte de atividade e, assim, fazer circular a riqueza e ativar a economia.

Quantas vezes ouvimos políticos afirmarem que a melhor forma de proteção da indústria nacional é a adoção de pesados impostos de importação?

Já ouvi um incontável número de pessoas dizer que o baixo salário mínimo brasileiro é uma das causas principais para pobreza do país. Se o salário mínimo fosse alto como nos EUA ou Europa, dizem, a situação brasileira seria muito melhor!

Todos esses personagens acima citados têm algo em comum: além do analfabetismo econômico, também não leram o livro “Economia Numa Única Lição”, de Henry Hazlitt.

Neste livro, que poderia se chamar “economia para leigos”, Hazlitt desconstrói essas e muitas outras falácias econômicas com uma linguagem clara e acessível, sem a necessidade de empregar jargões técnicos ou gráficos elaborados para explicar conceitos básicos de economia.

Já tem leitura programada para esse mês de Julho? Aproveite. A versão digital pode ser encontrada neste link.