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Ande para frente, Temer

Por Leôncio Custódio

Treze anos de comando petista vendido como uma administração participativa com roupagem democrática, mas que, em verdade, não passava do velho populismo latino americano de viés gramscista-intervencionista e socialmente desagregador, levou o país ao abismo econômico, social e moral.

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Foi a coroação de uma década de declínio e isolamento da América do Sul como um todo.

Equador com Rafael Correa, o moderninho que fala bonito, figura perigosa que passa uma imagem arrojada para aplicar os velhos e odiosos fundamentos socialistas, uma espécie de Haddad ou Freixo de lá, afundou um incipiente crescimento experimentado nos anos 90.

Bolívia e seu sindicalista cocaleiro Evo Morales, que apenas manteve o país em sua condição de pobreza crônica.

Argentina com o casal Kirchner e seus objetivos de perpetuação no poder e concentração de poderes no Executivo, que empobreceu ainda mais um país já combalido por décadas de governos corruptos, militares e civis.

E, claro, sem poder esquecer do grande exemplo de tudo o que está errado no domínio esquerdista sul-americano, a Venezuela, atualmente uma Cuba sem mecenato internacional.

Voltando ao nosso quintal, o lulopetismo aparelhou toda máquina estatal, estendendo seus tentáculos nos três poderes. A crise econômica que hoje o país experimenta foi causada por políticas intervencionistas e demagógicas, que vendeu a ilusão de progresso e crescimento sem esforço, sem investimento em educação e sem melhora na infraestrutura.

Reerguer a nação demora, mas é possível. Deve-se começar cortando custos, redução de folhas de pagamentos, recalibrando a economia para se voltar à competitividade e ao livre mercado. Concessões e privatizações são urgentes.

Além disso, cortes de ministérios e funcionários comissionados, bem como fim da política de loteamento de ministérios em troca de votos no Legislativo, que seria a base do tal “presidencialismo de coalizão”.

Infelizmente Temer está voltando atrás de certas decisões e deixando de tomar outras, colocando o país novamente na rota da queda, tal qual fez Dilma.

Por isso clamo ao presidente em exercício que invista maciçamente em educação e que tome as medidas que se fizerem necessárias para recolocar o país no cenário do crescimento e do livre mercado, único remédio com eficiência comprovada para que uma nação dê um salto de progresso.

Chega da velha política intervencionista, corrupta e da troca de favores que deixam o Brasil no eterno subdesenvolvimento, desperdiça gerações e enterra sonhos.