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A diferença

por Steve das Arcadas

Os cidadãos de Bom Senso, e não a tigrada mortadela e coxinha, já perceberam que estamos numa quadra da história brasileira em que se faz urgente uma nova postura, ante os diversos problemas nacionais.

Postura essa que deve primar pelo respeito às mais básicas regras de convivência social, a serem redirecionadas para novos parâmetros, afastadas de um populismo que urge ser defenestrado, aproximando-se do Bom Senso.

A ser abraçada a fácil tese do populismo, poderemos repetir com Tomasi di Lampedusa que tudo deve mudar para ficar tudo como está. É neste sentido que mentiras, boatos infundados, ignorância e falta de estudos não podem mais ser as pedras angulares de nossa sociedade.

O populismo, a despeito de ser facilmente digerido pela população, não resiste a um peteleco argumentativo: basta a superficial análise reflexiva acerca das conseqüências dos atos populistas para perceber a amarga obviedade de que a prosperidade não provém do hedonismo vazio, mas sim do trabalho árduo.

Os cidadãos de Bom Senso, e não a tigrada mortadela e coxinha, vale repetir, abdicam do uso de quaisquer expedientes populistas, na medida em que plasmados na mentira, na usurpação, na ignorância e no ódio. Pugnam, sim, pelo planejamento eficiente, bem como pelo uso racional dos recursos públicos, ao contrário do imediatismo improvisado, frequente causador de desperdício dos bens públicos.

O Bom Senso recomenda, na feliz expressão de Delfim Neto, que se plantem carvalhos, e não couves.

A diferença, por fim, entre os cidadãos que exigem um novo Brasil, e a tigrada populista, está em que, enquanto estes fazem o diabo para atingir seus objetivos, aqueles utilizam do Bom Senso!