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Dilma na ONU

Por Sergiomar Tanga Frouxa, o Isentão

A Presidenta Dilma discursou nesta sexta-feira, dia 22 de abril, na sede da ONU, em Nova York, onde foi assinar o acordo do clima.

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Nada mais apropriado, que este discurso tenha ocorrido no dia em que faz aniversário a chegada da esquadra de Cabral à Bahia, comumente conhecido como o dia em que se descobriu o Brasil.

Descoberta, aliás, que já havia ocorrido pelos indígenas milhares de anos antes, mas nossa visão eurocêntrica faz com que consideremos a data de chegada dos europeus.

Por outro lado, a chegada de Cabral teve maior influência nos mais de 500 anos seguintes até hoje, que os fatos anteriores. Some-se ao fato de inexistir uma história escrita anterior, então se entende porque a “descoberta” seria em 1500, apesar do eurocentrismo.

Voltando à Presidenta, esta enxergou mais longe que seus adversários políticos e não mencionou o processo de impeachment ou que seria vítima de um golpe, como se especulou. Viu o Monte Pascoal do seu legado histórico e decidiu proteger a imagem do Brasil.

Agora esperamos que o país entenda que seja na investigação de crime de responsabilidade, seja nas investigações de corrupção, todos devem ser investigados e punidos ao mesmo tempo, incluindo quem fura a fila, bate a porta no carro do lado e não se identifica, bem como outras infrações similares.

Mas está é só a minha opinião. Ou não. Sei lá.