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Pela continuidade do Impeachment e da Lava Jato

Por Leôncio Custódio 

A Andrade Gutierrez, em seu acordo de delação premiada, demonstra como o caminho da propina e da lavagem de dinheiro através de superfaturamento de obras e facilidades em licitações abasteceram os cofres da campanha de Dilma nas eleições de 2014.

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Miguel Reale Jr. em seu pronunciamento semana passada no Congresso Nacional, quando fez sustentação da viabilidade do pedido de impeachment por ele encabeçado, afirmou textualmente que “sobram crimes” no mandato da presidente.

Seu pedido foi embasado em certezas sobre maquiagem de contas, uso de dinheiro de bancos públicos como se fizessem parte do fluxo de caixa de ativos disponíveis para investimentos e outros expedientes contábeis que ficaram conhecidos como pedaladas fiscais, em alusão à malandragem de se tentar enganar os órgãos de fiscalização, o Legislativo e todo povo brasileiro.

Se antes já havia demonstração clara do expediente criminoso utilizado para o contínuo engodo de que as contas do país estavam em ordem, agora sabemos de forma indiscutível para onde foram os bilhões que fazem falta. Foram utilizados para compra de base parlamentar, acomodação de militância petista e de parasitas indicados pelos partidos aliados e campanha de reeleição de Dilma.

Uma troca suja em que eu te dou obras públicas com licitações fajutas, você superfatura as construções e, ao fim do ciclo, me devolve uma boa porcentagem como financiamento eleitoral, mantendo esse viciado sistema de favores.

Por isso, o Bomsenso.org é incondicional apoiador do aprofundamento das investigações da Operação Lava Jato e do pedido de impeachment realizado pelos renomados juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Jr. e Janaína Paschoal, pois ambos assuntos se relacionam e fazem parte do grande projeto de poder de décadas ambicionado e implantado pelo PT.