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Malandragem dá um tempo

Por Sam Sheepdog

Um conto do vigário muito conhecido no Brasil, que de certa forma já até faz parte do folclore nacional, é o golpe do bilhete premiado.

O funcionamento do golpe é conhecido, o golpista aborda a vítima em algum local público, diz que tem um bilhete de loteria premiado, mas como precisa de dinheiro para voltar para sua cidade ou qualquer emergência do tipo, vende o bilhete para a vítima por um valor muito inferior ao do prêmio.

Mas o que é preciso para aplicar esse golpe? Como as vítimas caem nisso?

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A resposta também sabemos, a vítima é iludida com a possibilidade de enriquecimento fácil e compra o bilhete, acreditando ter conseguido uma fortuna com sua aquisição.

E há alguma diferença para o governo?

Os políticos prometem que darão mundos e fundos à população, que carente de informação, acredita que conseguiu um bilhete premiado, que terá muitos benefícios, saúde, dinheiro, educação e um futuro melhor. O pagamento? Os tributos que pagamos, que neste caso ainda nem sabemos exatamente o quanto estamos entregando.

Resta entendermos que não há bilhete premiado. O governo não nos dará nada além do que podemos conseguir pela iniciativa privada. Pelo contrário, ele tira. Tal qual o bilhete premiado.

Primeiro porque o governo, ainda que de boa vontade, dificilmente irá gastar o dinheiro dos cidadãos melhor que eles próprios.

Segundo porque… porque… pra fechar com outra música, porque dinheiro na mão é vendaval.

 

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